O coordenador relembrou que a task force disponibilizou toda a capacidade e ferramentas para vacinar um “conjunto muito elevado de pessoas” e que a “população é que tem de vir à vacinação”.

O vice-almirante e coordenador da task force admitiu esta terça-feira que Portugal deve atingir o marco de vacinar 85% da população com duas doses entre a terceira e quarta semana de setembro. Em entrevista à “Rádio Renascença”, o vice-almirante assumiu que 85,1% da população conta com uma dose e 76,4% com duas doses da vacina.

“A vacinação é o processo mais seguro para nos defendermos deste vírus”, lembrou Henrique Gouveia e Melo, acrescentando que “o vírus ainda está na fase pandémica e vai estar ainda algum tempo”.

Relativamente às regiões de Lisboa e Vale do Tejo e Algarve, onde a taxa de vacinação é mais baixa que as restantes regiões, o vice-almirante perspetiva que isso esteja relacionado com as férias e com o trabalho contínuo que se sentiu no mês de agosto.

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O coordenador relembrou que a task force disponibilizou toda a capacidade e ferramentas para vacinar um “conjunto muito elevado de pessoas” e que a “população é que tem de vir à vacinação”. “No Algarve, muitas pessoas estavam a trabalhar e não se apresentaram ao processo de vacinação, mas estamos em crer que a partir de agora, com o fim das férias e menos população não residente no Algarve, essas pessoas se apresentem à vacinação e o Algarve recupera a percentagem relativamente ao resto do continente”.

Henrique Gouveia e Melo voltou a referir que se trata de um vírus perigoso e apelou à vacinação de todas as faixas etárias. “Este vírus é muito perigoso, porque a incerteza do processo, mesmo para jovens é grande. O receio que devemos ter é apanharmos o vírus num processo que ainda é pandémico e numa altura em que ainda há muita a entrar no país. O vírus não está controlado ao nível mundial”.

Atualmente, Portugal já administrou um total superior a 14 milhões de doses da vacina, sendo que mais de seis milhões são segundas doses.

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