O Presidente da Câmara Municipal da Praia da Vitória, Tibério Dinis, diz que o Outono Vivo “já é uma referência no panorama dos festivais literários que se realizam em Portugal”, manifestando orgulho pela organização “da festa da cultura, do livro, da literatura e da promoção dos hábitos de leitura”.

Na sessão de abertura da edição 2019 do maior festival literário dos Açores, o autarca praiense fez agradecimentos a todos aqueles que colaboram e são parceiros da organização do Outono Vivo, que se prolonga até ao próximo dia 10 de novembro, na Academia da Juventude e das Artes da Ilha Terceira e no Auditório do Ramo Grande.
“Aqui, durante os próximos 17 dias, celebramos a cultura, numa festa do livro, numa festa da literatura e numa festa da promoção dos hábitos de leitura. O Outono Vivo tem vindo a crescer: já se afirmou, há muito, no panorama das feiras do livro, sendo a maior que se realiza nos Açores; cada vez mais afirma-se como um festival literário. Há dois anos definimos este objetivo de afirmar esta organização com um festival literário e hoje podemos constatar que o Outono Vivo é já uma referência no panorama dos festivais literários que se realizam em Portugal”, afirmou Tibério Dinis.

Todavia, referiu, “por melhor que fosse a organização e por maior que pudesse ser o orçamento nada disto seria possível sem a atitude positiva e a disponibilidade de todos os autores e de todos os artistas que participam e expõem aqui os seus trabalhos”, reconheceu o edil, endereçando também um agradecimento especial à Papelaria 96, parceiro comercial do Município na montagem da feira do livro, “pois este é um trabalho hoje reconhecido e que nos permite chegar junto de nomes maiores da escrita em Portugal e ter os contactos com as editores que colocam aqui os livros mais vendidos do ano e os seus autores”.

Presente na sessão de abertura deste festival do livro, das artes e da cultura esteve, entre muitos outros convidados, autoridades e cidadãos, Sérgio Ávila, Vice-presidente do Governo Regional dos Açores que destacou o “exemplo” e o “orgulho” neste evento.

Para além da abertura oficial da Feira do Livro, onde estão à disposição mais de 50 mil títulos com chancelas de mais de centena e meia de editoras, foram inauguradas três exposições (uma de pintura, da autoria de Ana Maria Ferraz da Rosa; outra de aguarela, de Tânia Gaspar e uma de fotografia, de João Telmo), patentes no foyer do Auditório do Ramo Grande, no bar e na galeria da Academia de Juventude e das Artes, bem como assistiu-se à atuação do Coro Pactis cantando “Cantar XXI ”.

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