A pensar no final de mais um mês de estado de emergência, o governo e as instituições de ensino já equacionam o regresso às aulas. Uma das propostas em cima da mesa aponta para um regresso faseado, com as classes com exame a serem as primeiras, na primeira quinzena de Julho.

O ministério da Educação e Desenvolvimento Humano diz que, apesar de não haver ainda qualquer definição, as condições das escolas públicas, serão um desafio, em qualquer momento de regresso das aulas.

“Temos escolas sem água corrente, que recorrem a cisternas, baldes ou tambores para a lavagem das mãos. Mas também não podemos nos esquecer que temos escolas que estão, por exemplo, debaixo de uma árvore ou em salas precárias”, diz Gina Guibunda, porta-voz daquele ministério.

Ela acrescenta que “mesmo em salas convencionais, a quantidade de alunos, em condições normais, não pode ser a mesma caso cheguemos ao ponto de retoma das aula”.

Estudantes de Nampula queixam-se das condições do ensino online

O ministério da Educação e Desenvolvimento Humano diz que, apesar de não haver ainda qualquer definição, as condições das escolas públicas, serão um desafio, em qualquer momento de regresso das aulas.

“Temos escolas sem água corrente, que recorrem a cisternas, baldes ou tambores para a lavagem das mãos. Mas também não podemos nos esquecer que temos escolas que estão, por exemplo, debaixo de uma árvore ou em salas precárias”, diz Gina Guibunda, porta-voz daquele ministério.

Ela acrescenta que “mesmo em salas convencionais, a quantidade de alunos, em condições normais, não pode ser a mesma caso cheguemos ao ponto de retoma das aula”.

 

 

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