A maioria são crianças e mulheres que já presenciaram cenas de decapitação e sequestro de seus familiares, lembranças difíceis de apagar na memória.

Os deslocados de guerra de Cabo Delgado, em Nampula, anseiam um futuro melhor na nova zona de reassentamento, posto administrativo de Corrane, distrito de Meconta, em Nampula.

A maioria são crianças e mulheres que já presenciaram cenas de decapitação e sequestro de seus familiares, lembranças difíceis de apagar na memória.

Cabo Delgado, centro de acolhimento de deslocados Escola Primária do Bairro 3 de Fevereiro, Metuge


Lenita Licole, natural de Macomia, 35 anos de idade, mãe de cinco filhos, é uma das 35 mil pessoas que fugiram dos insurgentes em Cabo Delgado. Perdeu tudo.

Nesta quarta-feira, 4, Linita foi reassentada em Corrane e, tal como outros, pretende reiniciar a vida.

As autoridades governamentais colocaram no centro mais de 250 tendas, mas dizem que pretendem duplicar, uma vez que o número de deslocados aumenta a cada dia.

Mety Gôndola, secretário de Estado na província de Nampula, diz que no centro há assistência sanitária, posto policial e outos serviços.

Mas “devemos ficar atentos ao recrudescimento do trabalho infantil, prostituição infantil, violência baseada no gênero e casamentos prematuros”, diz Gôndola.

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